Arquidiocese de Braga -

10 fevereiro 2026

CPM Guimarães: um verdadeiro caminho de encontro

Fotografia DR

Paróquia de Nossa Senhora da Oliveira

O Centro de Preparação para o Matrimónio (CPM) decorreu entre os dias 10 de janeiro e 8 de fevereiro, em Sande São Martinho, no arciprestado de Guimarães e Vizela, reunindo vários casais que se preparam para dar um dos passos mais importantes das suas vidas: o matrimónio.

As sessões realizaram-se todos os sábados do mês de janeiro, com uma duração aproximada de duas horas, culminando no passado domingo, dia 8 de fevereiro. Ao longo deste percurso, os participantes tiveram a oportunidade de refletir profundamente sobre temas essenciais como o amor, a verdade, o companheirismo e o compromisso matrimonial.

A dinâmica do CPM baseia-se na proximidade e no diálogo. Cada casal participante foi integrado num pequeno grupo, acompanhado por um casal animador, criando um ambiente de confiança e partilha. Nestes grupos mais reduzidos, realizaram-se diversas atividades práticas e momentos de conversa, centrados na relação de cada casal, na forma como vivem o seu amor e nos desafios que o casamento pode trazer.

No final de cada sessão em pequenos grupos, todos os casais reuniam-se num auditório, onde ouviam o testemunho de um casal animador diferente em cada encontro. Estes testemunhos revelaram-se momentos particularmente marcantes, ao partilharem experiências reais de vida conjugal, com autenticidade e sem idealizações.

“Enquanto participante, posso afirmar que esta experiência foi profundamente enriquecedora. Sentimo-nos num espaço seguro, onde não existe julgamento, apenas escuta, compreensão e empatia. Criaram-se laços genuínos entre todos os casais, num ambiente de verdadeira partilha e crescimento. Foi especial perceber que não estamos sozinhos nas nossas dúvidas e que o amor se constrói todos os dias, com diálogo, verdade e entrega”, afirmou Bárbara Marques.

Bárbara recomenda “profundamente a participação no CPM, já que se forma um verdadeiro caminho de encontro, não só do noivo com a noiva, mas connosco próprios, podendo ainda contribuir para uma comunidade baseada no respeito, na fé e no amor vivido com autenticidade.”